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Concurso
Resultado do concurso da logomarca dos 50 anos
31/03/2009 13h04
Confira a logomarca premiada do arquiteto e urbanista Antônio Danilo Moraes Barbosa, criada para comemorar os 50 anos de Brasília
A comissão julgadora do concurso da logomarca dos 50 anos de Brasília escolheu, na tarde desta segunda-feira (30), a proposta do arquiteto e urbanista Antônio Danilo Moraes Barbosa. A partir do dia 21 de abril, a logomarca será utilizada em todo material impresso, publicitário e eventos do GDF. Além da divulgação do trabalho, o vencedor leva para casa um prêmio no valor de R$ 15 mil que será entregue durante os festejos dos 49 anos de Brasília.
A logomarca vencedora concorreu com cerca de 400 propostas de todo o país. A comissão julgadora foi formada por profissionais de diversas áreas ligadas a arte como desenhistas industriais, artistas plásticos, arquitetos, designers e representantes do governo. Entre as exigências do edital, o proponente deveria ser maior de 18 anos, pessoa física e atuar no campo das artes plásticas, desenho industrial ou publicidade, com curso superior completo ou estudantes universitários.
Para dar transparência ao concurso, cada participante teve que escolher um pseudônimo com o qual seria avaliado. O vencedor, Antônio Danilo Moraes Barbosa, escolheu o apelido “Apaixonado por Brasília”. Seu verdadeiro nome só foi conhecido após a decisão da comissão.
O autor da proposta mora em Brasília e é graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília. Ex-professor do departamento de Arquitetura da UnB, Antônio Danilo tem vários trabalhos na área de Programação Visual. De 1975 a 1978 participou do Plano de Sinalização do Distrito Federal. Entre seus trabalhos mais conhecidos, a logomarca do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
De acordo com o vencedor, o trabalho surgiu da idéia de incorporar os traços daqueles que deram vida a cidade: Lúcio Costa, Oscar Niemeyer e Athos Bulcão. “A simplicidade e sutileza da proposta está na graficação do sinal da cruz que se define nos claros dos azulejos, no grafismo do número “50” e na coluna símbolo que estão e que o observador completa em sua imaginação”, destacou.